....Electra 2 / Stupidity..Electra 2 / Estupidez....

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“There is stupidity in every era, but each era has its own kind of stupidity” – Flaubert. This subject is approached in this edition by Yves Michaud, Philosophy professor and art critic, with an essay about the impact of mass and surplus of information; by American philosopher Avital Ronell, who analyses the phenomenon and concept of stupidity and the way it can be appropriated by philosophy and literature; by Italian artist Serena Giordano,who explores the importance of stupidity in art; and by Italian sociologist Alessandro Dal Lago, with the article “Idiocy, Identity and Migrations”; António Baião and António Pedro Marques, editors of the annual publication Bestiário, talk about the triumph of the narrative of stupidity in the digital public space.

This second edition’s interview talks to Italian Salvatore Settis, art historian and archaeologist, known for his public speaking and essays about the way in which political and economic administration can threaten legacy. The second edition of Electra will also include a portfolio by American artist Dean MonogenisTed Bonin’s journal, a New York gallerist; and a profile on Nick Cave by Bernardo Futscher Pereira.

 

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A estupidez de época, porque – citando Flaubert - “a estupidez é de todos os tempos, mas cada tempo tem a sua estupidez”. O tema é abordado nesta edição por Yves Michaud, professor de filosofia e crítico de arte, num ensaio sobre o impacto da massificação e do excesso de informação; pela filósofa americana Avital Ronell, com uma análise do fenómeno e do conceito da estupidez e da forma como este pode ser apropriado pela filosofia e pela literatura; pela artista italiana Serena Giordano que aborda a importância da estupidez na arte; e pelo sociólogo italiano Alessandro Dal Lago, com o artigo “Idiotia, Identidade e Migrações”; António Baião e António Pedro Marques, editores da publicação anual Bestiário, falam sobre o triunfo do discurso da estupidez no espaço público digital.

O entrevistado desta segunda edição é o italiano Salvatore Settis, historiador de arte e arqueólogo, conhecido pelas suas intervenções públicas e ensaios sobre a forma como a gestão política e económica pode ameaçar o património. A segunda edição da Electra publica um portfólio do artista americano Dean Monogenis; um diário de Ted Bonin, galerista em Nova Iorque; e um perfil de Nick Cave, da autoria de Bernardo Futscher Pereira. ....

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....181 pages
27 x 20 cm
softcover

ISBN 978 972 8909 61 1

Director / José Manuel dos Santos
Editor / António Guerreiro
Portfolio / Dean Monogenis

Published by Fundação EDP
June 2018

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181 páginas
27 x 20 cm
capa mole

ISBN 978 972 8909 60 4 

Director / José Manuel dos Santos
Editor / António Guerreiro
Portfólio / Dean Monogenis

Publicado por Fundação EDP
Junho 2018

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“Under late capitalism, and in the digital era, there are no meaningfully distinct identities. There are only economic metrics of the self. Self-obsession is the single largest barrier to any meaningful autonomy.”
— Jack Self

“Never before has there been a time that produced so much intelligence and that is so dependent on it; nonetheless, due to the demon of inversion, never has stupidity been so encouraged and felt as a threat.”
— António Guerreiro

“The very existence of a political class is viewed as a corrupting factor in relation to the will of the people. The idiotism that believes in sovereignty end in merging, as equally loathsome, the unelected international and European élites with representatives emerging from periodic democratic consultations. The process of contrasting “we, the people” with “them, the ruling class” has become all the more radical and widespread since it has been able to find expression as a digital democracy.” 
— Alessandro Dal Lago

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“Sob o capitalismo tardio e na era digital, não há identidades significativamente distintas. Há apenas métricas económicas do eu. A auto-obsessão é a maior barreira individual a qualquer autonomia significativa.”
— Jack Self

“Nunca antes tinha havido uma época tão produtora de inteligência e tão dependente dela; no entanto, por força do demónio da inversão, nunca a estupidez tinha sido tão encorajada e tão sentida como uma ameaça.”
 António Guerreiro

“A própria existência de uma classe política é considerada um factor de corrupção da vontade popular. O idiotismo soberanista acaba por confundir, na mesma execração, as elites internacionais e europeias, que ninguém elegeu, com os representantes que emergem das consultas democráticas periódicas. O processo de contraposição entre «nós, o povo» e «eles, a casta» é tanto mais radical e generalizado quanto pode exprimir-se, hoje, directamente, através da democracia digital.”
 Alessandro Dal Lago

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