The List #1
Álvaro Siza

 
 

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The List is a project to share and make available to order a rigorous selection of books chosen by some of the most decisive minds in Architecture. From Architecture to Poetry, History, Philosophy, Literature, Science, Photography.

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The List é um projecto de partilha e disponibilização para aquisição online de uma rigorosa selecção de livros escolhidos por algumas das mentes mais decisivas da Arquitectura. Da Arquitectura à Poesia, História, Filosofia, Literatura, Ciência, Fotografia.
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One of the most consistent and yet fully surprising architects working today, Álvaro Siza is the author of a rigorous and obsessive work, deeply rooted in a deference towards local material, craftwork, topography, local light, ever without falling into the sentimentality of excluding rational form and modern techniques. His buildings are many times described as being unphotogenic, even mute. His approach is patently tactile and tectonic, rather than visual and graphic. Always smoking, one suspects that that is only a pretext for lengthy observations without apology, exercises of sharp attention in which his work seems to arise from.

Now the Pritzker Prize shares the books that have marked him the most through his life. Álvaro Siza’s List spans from fundamental editions on Alvar Aalto or Walther Gropius, to lesser-known Italian modernism, Brazil, critical history and philosophy, a striking novel, and poetry – a lot of poetry – from Portuguese to Greek and Persian masters
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..Um dos mais consistentes e surpreendentes arquitectos da actualidade, Álvaro Siza é autor de uma obra rigorosa e obsessiva, profundamente enraizada numa atenção aos materiais e modos de fazer de cada local, à topografia, à luz de cada lugar, sem nunca cair no sentimentalismo de excluir uma enorme racionalidade no seu desenho e o uso de técnicas mais recentes. As suas obras são muitas vezes descritas como não sendo fotogénicas, mesmo quase mudas. A sua abordagem é pacientemente táctil e tectónica, em vez de visual e gráfica. Sempre a fumar, suspeita-se que isso seja só um pretexto para demoradas observações, exercícios de atenção de onde uma nova obra parece estar sempre a surgir.

Álvaro Siza, Prémio Pritzker, partilha agora os livros que mais o marcaram ao longo da sua vida. Desde edições fundamentais da obra de Alvar Aalto ou de Walther Gropius, à arquitectura moderna italiana menos conhecida, Brasil, história e filosofia críticas, um romance desconcertante, e poesia – bastante poesia – dos mestres portugueses, aos gregos e aos persas.
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1

L'Architecture d'Aujourd'hui 29 / Alvar Aalto

Rare
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When at architecture school, Álvaro Siza’s teacher looked at his drawings and said: “It’s clear how little you know about architecture. Why don’t you go out and by some magazines?” In a time when it was hard to find them in Portugal, Siza bought some issues of Architecture d’Aujourd’hui and this on Aino and Alvar Aalto, was one of his first copies, of most decisive importance. ..Nos primeiros anos da escola de arquitectura, o professor de Álvaro Siza olhou os seus desenhos e comentou: “É bastante claro você não sabe muito sobre arquitectura. Porque é que não compra algumas revistas?” Nunca altura em que eram raras as publicações internacionais de Arquitectura a circular em Portugal, Siza conseguiu alguns exemplares da Architecture d’Aujourd’hui, de entre eles um número sobre o trabalho de Aino e Alvar Aalto que virá a ter uma importância decisiva. ....

L'Architecture d'Aujourd'hui 29 / Alvar Aalto
€480.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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When at architecture school, Álvaro Siza’s teacher looked at his drawings and said: “It’s clear how little you know about architecture. Why don’t you go out and buy some magazines?” In a time when it was hard to find them in Portugal, Siza bought some issues of Architecture d’Aujourd’hui and this on Aino and Alvar Aalto, was one of his first copies, of most decisive importance.

It’s easy to imagine the impact of seeing this work by a Finnish architect, who just in the first lines is described as working in a context where primeval and medieval world as still alive and intermingle with modern civilization. How this tension would reverberate in a young student from Portugal, of equal context of periphery and artisanship can only be evaluated in his own work. Works featuring this magazine, such as the Viipuri Library, are a clear point of departure of many Siza’s works.

In the middle of the magazine, a page places a part of Aalto’s furniture along with a photo of two undulated tree branches. The title – “la Recherche d’un Forme” – is perhaps one of the most intense allusions on the importance of a way of seeing, a particular attention towards reality, towards the evident, in order to archive new forms, in banality, in continuity, in steady observation as an exercise for life.


Softcover, 31,2 x 24 cm, 84 pages

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Nos primeiros anos da escola de arquitectura, o professor de Álvaro Siza olhou os seus desenhos e comentou: “É bastante claro você não sabe muito sobre arquitectura. Porque é que não compra algumas revistas?” Nunca altura em que eram raras as publicações internacionais de Arquitectura a circular em Portugal, Siza conseguiu alguns exemplares da Architecture d’Aujourd’hui, de entre eles um número sobre o trabalho de Aino e Alvar Aalto que virá a ter uma importância decisiva. “A sorte que eu tive!”, diz Siza.

É fácil imaginar o impacto da obra de um arquitecto finlandês como Aalto, que logo nas primeiras linhas é descrito como trabalhando num contexto onde o mundo primitivo e medieval ainda estão bastante vivos e se misturam com a civilização moderna. O impacto que esta tensão teria sobre um jovem estudante em Portugal, de igual contexto periférico e artesanal, só pode ser bem avaliado no seu trabalho futuro. Muitos dos projectos apresentados nesta revista, como a Biblioteca Viipuri, são pontos de partida claros nas obras que Siza desenhará décadas depois.

A meio da revista, uma página coloca lado a lado uma peça de mobiliário desenhada por Aalto e uma imagem de dois ramos de árvores contorcidos. O título – “La Recherche d’un Forme” – é talvez uma das alusões mais intensas à importância da construção de um modo de ver, de uma atenção particular à realidade, de procurar saber ver no que é banal, na evidência, formas novas de criação.


Capa mole, 31,2 x 24 cm, 84 páginas


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2

L'Architecture d'Aujourd'hui 28 / Walter Gropius

Rare
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This one of Álvaro Siza’s first magazines on architecture when student, curiously an issue edited by the “young American architect” Paul Rudolph, later one of the most decisive American architects in the 20th century. Entangled between a sterile historicism and the arrival of modern architects to America, this issue strives for depicting a clear vision of modern architecture. ..Esta é uma das primeiras revistas de arquitectura de Álvaro Siza, ainda enquanto estudante, curiosamente um número editado pelo também “jovem arquitecto” americano Paul Rudolph, mais tarde um dos mais decisivos arquitectos americanos do século XX.
Entre um historicismo estéril e a chegada dos mestres modernos aos Estados Unidos, esta edição busca captar uma ideia clara de Arquitectura Moderna. ....

L'Architecture d'Aujourd'hui 28 / Walter Gropius
€380.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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This one of Álvaro Siza’s first magazines on architecture when student, curiously an issue edited by the “young American architect” Paul Rudolph, later one of the most decisive American architects in the 20th century.
Entangled between a sterile historicism and the arrival of modern architects to America, this issue strives for depicting a clear vision of modern architecture. Here, it means to reset what architects’ training should be. From W. Gropius’ Harvard to the “Bauhaus of Chicago”, to “Black Mountain College”, the significance of a plan of studies for Architecture and Design was non less than the way of ensuring social recognition on the importance of Architecture in everyday live, and assuming a strategic role in the postwar crisis.
More or less a recurrent discussion, the very initial statement by the director of this magazine, André Bloc, would be of crucial importance nowadays – “it is a notable fact, that some of the architecture masters, could materialize their teachings with the one and only valid demonstration: building.

Siza narrates a small episode that stands the importance of this issue: in one of his recent travels to Shanghai, he immediately recognized University of Hua-Tung, even if it was his first time there. The project of the campus is in this magazine. Drawings are brilliant in converging the oriental imaginary (pine trees, water, the use of ink in the paper, shadows) with the modern ideary for a university campus.


Softcover, 31,2 x 24 cm, 120 pages

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Esta é uma das primeiras revistas de arquitectura de Álvaro Siza, ainda enquanto estudante, curiosamente um número editado pelo também “jovem arquitecto” americano Paul Rudolph, mais tarde um dos mais decisivos arquitectos americanos do século XX.
Entre um historicismo estéril e a chegada dos mestres modernos aos Estados Unidos, esta edição busca captar uma ideia clara de Arquitectura Moderna. E isso aqui, significou focar o que deveria ser a formação de um arquitecto moderno. Da Harvard de W. Gropius, à “Bauhaus de Chicago”, ao Black Mountain College, o peso atribuído a um plano de estudos de Arquitectura era crucial. Nele jogava-se não menos do que o próprio reconhecimento social da importância da Arquitectura no dia-a-dia, e a possibilidade de puxar a si um papel estratégico na saída da crise do pós-guerra.
A discussão do plano de estudos de um arquitecto, sempre um tema mais ou menos recorrente, deveria hoje considerar a afirmação crucial do director desta revista, André Bloc, com a qual se abre o tema – “é um facto notável, que alguns dos mestres de arquitectura, tenham podido materializar os seus ensinamentos através de uma e única demonstração válida: obra construída”.

Siza narra um pequeno episódio que destaca o impacto deste número da revista: numa das suas recentes viagens a Xangai, reconheceu imediatamente a Universidade de Hua-Tung, ainda que nunca lá antes tivesse estado. O projecto do campus encontra-se nesta revista. Os desenhos são bastante expressivos da fusão do imaginário oriental (os pinheiros, a água, o uso de tinta no papel, as sombras) com o ideário moderno, sob o tema do campus universitário.


Capa mole, 31,2 x 24 cm, 120 páginas


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3

O Problema da Casa Portuguesa / Fernando Távora

Rare
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Fernando Távora (1923-2005) is a decisive figure to Portuguese contemporary architecture. This book is in fact a small article, he published when he was 24 years old and in amidst of Portuguese dictatorship. In a time when Europe was already maturing the bases of Modern Architecture, in Portugal architecture was stuck in an impossible quest of an isolated, unique character of a so-called Portuguese style. ..Fernando Távora (1923-2005) é uma das figuras decisivas para a arquitectura contemporânea portuguesa. Este livro é na verdade um pequeno artigo, que Távora publica aos 24 anos e em plena ditadura em Portugal. Numa época em que a Europa já estava avançada nas bases da Arquitectura Moderna, Portugal encontrava-se preso a uma procura impossível de um carácter único e isolado de um estilo português. ....

 
 
 

4

Poemas de Alberto Caeiro

Rare
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Fernando Pessoa (1888-1935), Portuguese poet, is perhaps one of the most significant voices in western modern culture. Siza often states that Poetry as a lot to do with Architecture. In Caeiro, Siza underlines the apparent simplicity of his work – the difficult simplicity – he adds.
Perhaps besides form, sensations or symbols, the true difficulty in Architecture would be to not be a representation, a metaphor, but rather simply be. ..Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português é talvez uma das vozes mais significativas da cultura moderna ocidental. Álvaro Siza afirma repetidamente que a Poesia tem muito a ver com a Arquitectura. De Caeiro, Siza sublinha a aparente simplicidade do seu trabalho – a difícil simplicidade –, acrescenta. Talvez, para além da forma, das sensações ou dos símbolos, a verdadeira dificuldade da Arquitectura esteja em não ser uma representação, uma metáfora, mas simplesmente ser. ....

Poemas de Alberto Caeiro
from €20.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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Fernando Pessoa (1888-1935), Portuguese poet, is perhaps one of the most significant voices in western modern culture. Prolific writer, Pessoa wrote under many names, his heteronyms, imaginary writers he created with autonomous work. Alberto Caeiro is one of them, along with Ricardo Reis and Álvaro de Campos being the main. Octavio Paz described, “Reis believes in form, Campos in sensation, Pessoa in symbols. Caeiro doesn’t believe in anything. He exists.” Poetry before Caeiro was essentially metaphoric, interpretative, symbolic. In Alberto Caeiro a thing just is.

Siza often states that Poetry as a lot to do with Architecture. In Caeiro, Siza underlines the apparent simplicity of his work – the difficult simplicity – he adds.
Perhaps besides form, sensations or symbols, the true difficulty in Architecture would be to not be a representation, a metaphor, but rather simply be.


Softcover, 20 x 14 cm, 115 pages (Portuguese 7th edition)
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Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português é talvez uma das vozes mais significativas da cultura moderna ocidental. Escritor prolífico, Pessoa escreveu sob muitos nomes, os seus heterónimos, escritores imaginários com trabalho autónomo. Alberto Caeiro é um deles, sendo com Ricardo Reis e Álvaro de Campos os três principais. Octavio Paz descreveu: “Reis acredita na forma, Campos na sensação, Pessoa nos símbolos. Caeiro não acredita em nada. Ele existe.” A poesia antes de Caeiro era essencialmente metafórica, interpretativa, simbólica. Em Alberto Caeiro, uma coisa simplesmente é.

Álvaro Siza afirma repetidamente que a Poesia tem muito a ver com a Arquitectura. De Caeiro, Siza sublinha a aparente simplicidade do seu trabalho – a difícil simplicidade –, acrescenta. Talvez, para além da forma, das sensações ou dos símbolos, a verdadeira dificuldade da Arquitectura esteja em não ser uma representação, uma metáfora, mas simplesmente ser.


Capa mole, 20 x 14 cm, 115 páginas (7ª Edição portuguesa)
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5

Obra Completa de Cesário Verde

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Cesário Verde (1855-1886) was an 19th century Portuguese poet known by his vibrant descriptions of life in cities, of the dawn of modernity captured in its daily aspects. Architecture’s affinity with Poetry is repeatedly remarked by Álvaro Siza. ..Cesário Verde (1855-1886), poeta português do século XIX, é conhecido pelas descrições vibrantes da vida nas cidades, da aurora dessa modernidade a eclodir captada no quotidiano. A afinidade entre a Arquitectura e a Poesia é repetidamente assinalada por Álvaro Siza. ....

Obra Completa de Cesário Verde
from €20.00

from The List Álvaro Siza
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Cesário Verde (1855-1886) was an 19th century Portuguese poet known by his vibrant descriptions of life in cities, of the dawn of modernity captured in its daily aspects.

Architecture’s affinity with Poetry is repeatedly remarked by Álvaro Siza. One can speculate if this as something to do with minimum of means to archive maximum expression; or of Poetry’s praise of the Word, in its multiple means, in sound, in graphic, as Architecture regards to material, the stone, the brick and their composition. But to every attempt to deepen this relation, Siza answers with a poem recited by heart. As this:

Wagging sumptuous hips they come!
Their manly torsos remind me of pillars;
And some, in the baskets on their heads,
Rock sons who’ll one day drown in storms.

(Vespers, The Feeling of a Westerner, Cesário Verde)


Softcover, 18,5 x 13cm, 174 pages (Portuguese edition)

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Cesário Verde (1855-1886), poeta português do século XIX, é conhecido pelas descrições vibrantes da vida nas cidades, da aurora dessa modernidade a eclodir captada no quotidiano.

A afinidade entre a Arquitectura e a Poesia é repetidamente assinalada por Álvaro Siza. Podemos especular se isso se prende com o uso do mínimo de meios para alcançar a máxima expressão; ou com o elogio da Poesia à Palavra, nos seus múltiplos sentidos, do som, à grafia, tal como a Arquitectura fará em relação ao Material, à pedra, ao tijolo e à sua composição. Mas a cada tentativa de aprofundar essa relação, Siza responde com um poema recitado de cor. Como este:

Vêm sacudindo as ancas opulentas!
Seus troncos varonis recordam-me pilastras;
E algumas, à cabeça, embalam nas canastras
Os filhos que depois naufragam nas tormentas.

(Avé-Marias, O Sentimento dum Ocidental, Cesário Verde)


Capa mole, 18,5 x 13cm, 174 páginas (Edição portuguesa)


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6

Il Territorio dell'Architettura / Vittorio Gregotti

Rare
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This is, perhaps, the most influent book by Vittorio Gregotti (1927-2020), Italian architect, decisive to the coming paths of contemporary architecture, originally published in 1966. Unusually clear and aware of philosophical depth of thought in Architecture, this small book dares to start with the question: “What kind of ‘thing’ is Architecture made of?”. ..Este é, provavelmente, o livro mais influente de Vittorio Gregotti (1927-2020), arquitecto italiano. Originalmente publicado em 1966, este livro foi decisivo nos caminhos seguintes tomados pela arquitectura contemporânea. Extraordinariamente claro e consciente da dimensão filosófica do pensamento em Arquitectura, este pequeno livro ousa começar com a pergunta: “De que tipo de ‘coisa’ é feita a Arquitectura?”. ....

Il Territorio dell'Architettura / Vittorio Gregotti
from €65.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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This is, perhaps, the most influent book by Vittorio Gregotti (1927-2020), Italian architect, decisive to the coming paths of contemporary architecture, originally published in 1966. Unusually clear and aware of philosophical depth of thought in Architecture, this small book dares to start with the question: “What kind of ‘thing’ is Architecture made of?”. Now as then often, if not ever, Architecture seams to block in crossroads where its fundaments have to be checked, discussed, seen in perspective. This book is one referential contribution to that. Vittorio Gregotti was also credited to be an excellent critic, with keen eye for significant peripheral practices, and one of the first to publish works by Álvaro Siza, beginning a season of renewed interest in Portuguese architecture coinciding with the end of the dictatorship in Portugal.


Softcover, 19,5 x 13 cm, 184 pages (Italian edition)
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Este é, provavelmente, o livro mais influente de Vittorio Gregotti (1927-2020), arquitecto italiano. Originalmente publicado em 1966, este livro foi decisivo nos caminhos seguintes tomados pela arquitectura contemporânea. Extraordinariamente claro e consciente da dimensão filosófica do pensamento em Arquitectura, este pequeno livro ousa começar com a pergunta: “De que tipo de ‘coisa’ é feita a Arquitectura?”. Agora, como muitas vezes, senão mesmo sempre, a Arquitectura parece bloquear num impasse onde os seus fundamentos pedem verificação, discussão, confronto. Este livro é uma contribuição essencial a esse exercício. Vittorio Gregotti foi também conhecido como um excelente crítico de arquitectura, atento a práticas periféricas significativas, e foi um dos primeiros a publicar obras de Álvaro Siza, iniciando uma época de renovado interesse pela arquitectura portuguesa, coincidindo com o fim da ditadura em Portugal.


Capa mole, 19,5 x 13 cm, 184 páginas (Edição italiana)
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7

Introduzione all'Architettura Moderna / Alberto Sartoris

Rare
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This book is stated by Álvaro Siza as being one of the first he bought on Architecture. A pocketsize, refined, strongly illustrated edition, seemingly made as a “manual”. Published in 1949, this book presents a most vast and solid collection on unknown and outstanding modern architecture, that we can only wonder what else are we missing. ..Este terá sido um dos primeiros livros de arquitectura que Álvaro Siza comprou. “Introduzione alla Architettura Moderna” é uma edição de bolso, refinada, fortemente ilustrada em imagens irrepreensíveis, com aparência quase de um manual. Publicado em 1949, este livro apresenta um vasto e sólido conjunto de obras de arquitectura moderna tão pouco conhecidas quanto extraordinárias, que só podemos perguntar-nos — de que mais nos temos estado a esquecer? ....

Introduzione all'Architettura Moderna / Alberto Sartoris
from €220.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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This book is stated by Álvaro Siza as being one of the first he bought on Architecture. A pocket-size, refined, strongly illustrated edition, seemingly made as a “manual”. Published in 1949, this book presents a most vast and solid collection on unknown and outstanding modern architecture, that we can only wonder what else are we missing. From today’s unfamiliar impressive works, to celebrated projects shown in unusual points of view, this book is a 500 pages gem.

Alberto Sartoris (1901-1998) was co-founder, with Rietveld and Le Corbusier, of the Congrès Internationaux d’Architecture Moderne (CIAM), and also friend of Fernando Távora who presented him to Siza, making some early exchanges between Portugal and Switzerland.


Softcover, 17,5 x 11 cm, 578 pages (First Italian edition)
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Este terá sido um dos primeiros livros de arquitectura que Álvaro Siza comprou. “Introduzione alla Architettura Moderna” é uma edição de bolso, refinada, fortemente ilustrada em imagens irrepreensíveis, com aparência quase de um manual. Publicado em 1949, este livro apresenta um vasto e sólido conjunto de obras de arquitectura moderna tão pouco conhecidas quanto extraordinárias, que só podemos perguntar-nos — de que mais nos temos estado a esquecer? De obras muito pouco conhecidas a outras célebres aqui apresentadas sob novos pontos de vista, este livro é uma descoberta de 500 páginas.

Alberto Sartoris (1901-1998) foi co-fundador, com Rietveld e Le Corbusier, dos célebres Congressos Internacionais de Arquitectura Moderna (CIAM) e também amigo de Fernando Távora que o apresentou a Siza, promovendo assim algumas das primeiras trocas entre a arquitectura de Portugal e da Suíça.


Capa mole, 17,5 x 11 cm, 578 páginas (Primeira edição italiana)
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8

The Complete Poems of Cavafy

Rare
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Constantinos Cavafy (1863-1933), Greek poet, one of the key figures in western Poetry. Commonly known as the author of “Ithaca” (1911), a poem inspired by the return of Homero to his home island, as depicted in “Odyssey”. Cavafy drew themes from personal experience as from Helleno-romaic antiquity and the Byzantine era in poems of celebrated modernity. Perhaps a reminder that classic tradition is not a thing from the past, nor a ruin. ..Constantinos Cavafy (1863-1933), poeta grego, uma das figuras-chave da poesia ocidental moderna. Conhecido como o autor de “Ítaca” (1911), um poema inspirado no retorno de Homero à sua ilha natal, como retractado na “Odisseia”. Cavafy extraiu temas da sua experiência pessoal, como da antiguidade helénica ou da era bizantina em poemas de célebre modernidade. Talvez uma nota de que a tradição clássica não é uma coisa do passado, nem uma ruína. ....

The Complete Poems of Cavafy
from €16.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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Ever since Álvaro Siza first discovered the work of Cavafy in Jorge de Sena’s anthology, it has remained an influence. Constantinos Cavafy (1863-1933), Greek poet, one of the key figures in western Poetry. Commonly known as the author of “Ithaca” (1911), a poem inspired by the return of Homero to his home island, as depicted in “Odyssey”. Cavafy drew themes from personal experience as from Helleno-romaic antiquity and the Byzantine era in poems of celebrated modernity. Perhaps a reminder that classic tradition is not a thing from the past, nor a ruin.

Often Siza’s work is described as being more Greek than Roman, in allusion to his attention to the site, often deriving his designs from the specificity of it. Also often, Siza recalls that the site is in our mind, maybe just as much as Ithaca was in Homero’s.


Hardcover, 22,2 x 14,6cm, 236 pages (English edition)
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Desde que Álvaro Siza descobriu, pela primeira vez, a obra de Cavafy na antologia de Jorge de Sena, que este permanece como leitura fundamental. Constantinos Cavafy (1863-1933), poeta grego, uma das figuras-chave da poesia ocidental moderna. Conhecido como o autor de “Ítaca” (1911), um poema inspirado no retorno de Homero à sua ilha natal, como retractado na “Odisseia”. Cavafy extraiu temas da sua experiência pessoal, como da antiguidade helénica ou da era bizantina em poemas de célebre modernidade. Talvez uma nota de que a tradição clássica não é uma coisa do passado, nem uma ruína.

Muitas vezes o trabalho de Siza é descrito como sendo mais grego do que romano, em alusão à sua atenção ao sítio, fazendo nascer os seus projectos do espírito do lugar. Também com frequência, Siza lembra que o lugar está em nossa cabeça, talvez tanto quanto Ítaca estava na de Homero.


Capa dura, 22,2 x 14,6cm, 236 páginas (Edição inglesa)
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9

Poesia de 26 Séculos / De Arquíloco a Nietzsche

Rare
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A most precious anthology of poetry from the Greek archaic period of 600 BC to the beginning of 20th century, gathered, translated and annotated by the Portuguese poet and intellectual, Jorge de Sena (1919-1978). Written in an exile that lasted all his life, this book seems to have the mark of it, of an idea of extended territory, a poetic geography. ..Este livro é uma preciosa antologia de poesia desde os gregos do período arcaico de 600 a.C. ao início do século XX, reunida, traduzida e anotada pelo poeta e intelectual português, Jorge de Sena (1919-1978). Escrito em exílio, que durou toda a sua vida, este livro parece trazer essa marca, a ideia de um território estendido, de uma geografia que é a poética. ....

 
 
 

10

90 e mais Quatro Poemas / Constatino Cavafy

Rare
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This book gathers the fundamental poetry of Constantinos Cavafy (1863-1933). The reader thus comes into contact with 90 of the 154 poems that establish the poet’s canon, and four more among his first writings in his youth, which Cavafy then chose not to publish. ..Este livro reúne a poesia fundamental de Constantinos Cavafy (1863-1933), na sua primeira aparição em Português, por Jorge de Sena (1919-1978). O leitor entra assim em contato com 90 dos 154 poemas que constituem o cânone do poeta, e mais quatro de entre os seus primeiros escritos na juventude, que Cavafy então optou por não publicar. ....

 
 
 

11

Rubã'Iyat / Omar Khayyan

Rare
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Although Omar Khayyam is best known in the West as a poet and author of The Ruba’iyat, in the East he was famous as an astronomer and mathematician. He was born in Persia and is thought to have died in approximately 1122. Intensively fun, vivid and daring, this work was possible thanks to the invention of the Ruba’i – a clever formal simplification of poetry, allowing the expression of daily experiences, thoughts in a way direct and simple. ..Embora Omar Khayyam seja mais conhecido no Ocidente como poeta e autor de “Ruba’iyat”, no Oriente é sobretudo célebre como astrónomo e matemático – e, de fato, foi um dos maiores matemáticos da Idade Média. Omar Khayyam nasceu na Pérsia e terá morrido por volta de 1122. Bastante ousada e divertida, esta obra só foi possível graças à invenção do Ruba’i – uma inteligente simplificação formal da poesia da sua época, permitindo a expressão de experiências quotidianas e pensamentos de forma directa e simples. ....

Ruba'Iyat / Omar Khayyan
from €20.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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Although Omar Khayyam is best known in the West as a poet and author of The Ruba’iyat, in the East he was famous as an astronomer and mathematician – and, indeed, was one of the greatest mathematicians of the Middle Ages. He was born in Persia and is thought to have died in approximately 1122.

Intensively fun, vivid and daring, this work was possible thanks to the invention of the Ruba’i – a clever formal simplification of poetry, allowing the expression of daily experiences, thoughts in a way direct and simple. In addition, a Ruba’i could easily be memorized, and as easily imitated.

The rise of the Ruba’i coincided with revulsion from lengthy and highly artificial panegyrics and narrative poems of the time. The hypocrisy and lack of genuine human understanding frequently displayed by arid scholastics and religious jurisprudents were here frequently mocked. A promising full peep on the life of an ancient Persian erudite, clever enough not to forget common life.


Softcover, 18,8 x 13 cm, 124 pages (English edition)
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Embora Omar Khayyam seja mais conhecido no Ocidente como poeta e autor de “Ruba’iyat”, no Oriente é sobretudo célebre como astrónomo e matemático – e, de fato, foi um dos maiores matemáticos da Idade Média. Omar Khayyam nasceu na Pérsia e acredita-se que tenha morrido por volta de 1122.

Bastante ousada e divertida, esta obra só foi possível graças à invenção do Ruba’i – uma inteligente simplificação formal da poesia da sua época, permitindo a expressão de experiências quotidianas e pensamentos de forma directa e simples. Além disso, um Ruba’i tinha a vantagem de poder ser facilmente memorizado e transmitido.

A ascensão dos Ruba’i coincidiu com a repulsa dos longos e altamente artificiais panegíricos e poemas narrativos da altura. A hipocrisia e a falta de genuína compreensão humana frequentemente exibida por áridos escolásticos e religiosos jurisprudentes eram aqui frequentemente ridicularizadas. Um vislumbre completo e promissor da vida de um antigo erudito persa, inteligente o suficiente para não se esquecer da vida comum.


Capa mole, 18,8 x 13 cm, 124 páginas (Edição inglesa)
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12

Modern Architecture: A Critical History / Kenneth Frampton

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This highly acclaimed survey of modern architecture and its origins has become a classic since it first appeared in 1980, and has helped to shape architectural practice and discourse worldwide. Kenneth Frampton was invited to create an overview of the complexity of modern times architecture, from the disruption of French Revolution to present days, to provide some deeper understanding of the developments of our own practice. ..Esta é a mais célebre história crítica da arquitectura moderna do século XX, que se tornou um clássico assim que surgiu, pela primeira vez, em 1980, sendo decisiva a moldar a prática e o discurso arquitectónicos em todo o mundo. Kenneth Frampton (n. 1930) foi convidado a escrever uma visão geral da arquitectura dos nossos dias, desde a crise da Revolução Francesa até hoje, que permitisse uma compreensão mais profunda da nossa própria prática, cada vez mais fragmentada e complexa. ....

Modern Architecture: A Critical History / Kenneth Frampton
from €30.00

from The List Álvaro Siza
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This highly acclaimed survey of modern architecture and its origins has become a classic since it first appeared in 1980, and has helped to shape architectural practice and discourse worldwide. The idea for this book came from Robin Middleton, editor of Thames and Hudson, who in 1970 invited Kenneth Frampton (b. 1930) to create an overview of the complexity of modern times architecture, from the disruption of French Revolution to present days, to provide some deeper understanding of the developments of our own practice. The challenge was huge and took more than ten years to consolidate this book. Two paths were chosen and were quite unusual: ideas are not issued generically as “concepts”, but by quoting its main protagonists and their works and voices directly; the phenomenon of modern architecture is taken as being built upon fragmented parts, even if contradictory ones, abandoning an unitarian aim of discourse, many times of forced and of questionable convergence.

One of the virtues of this book is to have coined some terms in our discourse, such as, “Critical Regionalism”, giving voice to peripheral practices very rooted in its own context, but at same time of admirable universal qualities. It was under this title that Frampton early mentions the work of Álvaro Siza, at a time far away from its full international recognition.

Recent editions, as the English one, integrate new chapters of architecture in Americas, from East Africa to Turkey, Iraq, to India and Australia, Sri Lanka, always exercising his keen reading of the architectural practice.


Softcover, 21 x 15,3 cm, 736 pages (English edition)
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Esta é a mais célebre história crítica da arquitectura moderna do século XX, que se tornou um clássico assim que surgiu, pela primeira vez, em 1980, sendo decisiva a moldar a prática e o discurso arquitectónicos em todo o mundo. A ideia partiu de Robin Middleton, editor de arquitectura da Thames and Hudson que, em 1970, desafiou Kenneth Frampton (n. 1930) a escrever uma visão geral da arquitectura dos nossos dias, desde a crise da Revolução Francesa até hoje, que permitisse uma compreensão mais profunda da nossa própria prática, cada vez mais fragmentada e complexa. O desafio era enorme e Frampton levou mais de dez anos a montar este livro.

Dois caminhos foram escolhidos e não foram de todo convencionais: o conteúdo não está organizado segundo “conceitos” genéricos, mas sim em torno da obra e da voz dos seus principais protagonistas, citando-os directamente e expondo a sua obra; o fenómeno da arquitectura moderna é lido como sendo construído por partes fragmentadas, mesmo contraditórias, abandonando qualquer discurso unitário, muitas vezes de convergência forçada e questionável.

Uma das virtudes deste livro é ter dado alguns termos novos ao nosso discurso, como o de “Regionalismo Crítico”, dando assim presença às práticas periféricas que muito enraizadas no seu próprio contexto, demonstram, ao mesmo tempo, ​​qualidades absolutamente universais. É sob este título que Frampton faz uma menção particular à obra de Álvaro Siza, numa altura em que este era ainda quase totalmente desconhecido.

Edições recentes, como a inglesa, integram já novos capítulos sobre a Arquitectura nas Américas, da África Oriental à Turquia, Iraque, Índia e Austrália, Sri Lanka, oferecendo leituras pertinentes da prática arquitectónica contemporânea, em constante transformação.


Capa mole, 21 x 15,3 cm, 736 páginas (Edição inglesa)
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Moravagine / Blaise Cendrars 

Rare
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Written in 1926, Moravagine is the is the most well-known novel by Blaise Cendrars. A complex work, Moravagine is an “epic of destruction in which one senses Goya, Bosch, Dante”. The book was written during World War I at a time when as the narrator describes, “the whole world was doing a Moravagine”. ..Escrito em 1926, “Moravagine” é o romance mais célebre de Blaise Cendrars. Obra complexa, Moravagine é uma estranha história de um homem que destrói, estilhaça e pulveriza tudo o que prende, ata e oprime o homem do nosso tempo. Este livro foi escrito durante a Primeira Guerra Mundial numa época em que, como descreve o narrador, “o mundo inteiro estava a fazer uma Moravagine”. ....

Moravagine / Blaise Cendrars
from €45.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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Written in 1926, Moravagine is the is the most well-known novel by Blaise Cendrars. A complex work, Moravagine is an “epic of destruction in which one senses Goya, Bosch, Dante”. It’s a strange story of a man who destroys, shatters and pulverizes everything that binds, oppresses the man of our time. In the book only madness, insurrection, gratuitous crime, revolution, evasion in the dream, conflict between freedom and need, sexuality, violence, absurdity of the world. The book was written during World War I at a time when as the narrator describes, “the whole world was doing a Moravagine”.


Hardcover, 21 x 14 cm, 240 pages (English first edition)
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Escrito em 1926, “Moravagine” é o romance mais célebre de Blaise Cendrars. Obra complexa, Moravagine é uma “epopeia da destruição onde perpassam Goya, Bosch, Dante”. É uma estranha história de um homem que destrói, estilhaça e pulveriza tudo o que prende, ata e oprime o homem do nosso tempo. No livro, só loucura, insurreição, crime gratuito, revolução, evasão no sonho, conflito entre liberdade e a necessidade, sexualidade, violência, absurdo do mundo. Este livro foi escrito durante a Primeira Guerra Mundial numa época em que, como descreve o narrador, “o mundo inteiro estava a fazer uma Moravagine”.


Capa mole, 21 x 14cm, 240 páginas (Primeira edição inglesa)
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Selected Writings of Blaise Cendrars

Rare
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Blaise Cendrars (1887-1961), novelist and poet. His name is not as much familiar as one might suppose of someone being painted by Leger, Modigliani, and Chagall, who helped to “discover” Jazz, Negro art, Surrealism, Anarchism, and Henry Miller, who writes the preface of this book. This book recollects most of his main writings where “Everything is written in blood, but a blood that is saturated with starlight.” ..Blaise Cendrars (1887-1961), escritor e poeta. O seu nome não é tão familiar quanto se poderia imaginar de alguém que foi pintado por Leger, Modigliani e Chagall, que ajudou a “descobrir” o Jazz, a Arte Negra, o Surrealismo, o Anarquismo, e Henry Miller, que escreve o prefácio deste livro. Este livro relembra a maioria de seus principais escritos onde “tudo está escrito em sangue, mas um sangue saturado da luz das estrelas”. ....

Selected Writings of Blaise Cendrars
€40.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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Blaise Cendrars (1887-1961), novelist and poet, oddly having born the same place and year of Le Corbusier, was an early exponent of modernism. His name is not as much familiar as one might suppose of someone being painted by Leger, Modigliani, and Chagall, who helped to “discover” Jazz, Negro art, Surrealism, Anarchism, and Henry Miller, who writes the preface of this book.

Cendrars boldly praised Eiffel Tower, loved Brazilian Baroque, was the so-called first foreign to visit the ‘favelas’ of Rio, and even encouraged Le Corbusier to design a new capital of Brazil.

This book recollects most of his main writings where, in the words of Henry Miller, “Everything is written in blood, but a blood that is saturated with starlight.”


Softcover, 20,3 x 13cm, 278 pages (English edition)

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Blaise Cendrars (1887-1961), escritor e poeta, estranhamente nascido no mesmo local e no mesmo ano que Le Corbusier, foi um dos primeiros expoentes do modernismo. O seu nome não é tão familiar quanto se poderia imaginar de alguém que foi pintado por Leger, Modigliani e Chagall, que ajudou a “descobrir” o Jazz, a Arte Negra, o Surrealismo, o Anarquismo, e Henry Miller, que escreve o prefácio deste livro. Cendrars elogiou veementemente a Torre Eiffel, admirava o barroco brasileiro, é dito como o primeiro estrangeiro a frequentar as favelas do Rio de Janeiro, e até encorajou Le Corbusier a projectar uma nova capital para o Brasil, muito antes de Brasília.

Este livro relembra a maioria de seus principais escritos onde, nas palavras de Henry Miller, “Tudo está escrito em sangue, mas um sangue saturado da luz das estrelas”.


Capa mole, 20,3 x 13cm, 278 páginas (Edição inglesa)


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15

Brazil Builds 

Rare
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The most seminal book on presenting Brazilian architecture to the world. Not only the works featured there are surprisingly brilliant, but also the scope of this edition, beginning with baroque and popular architecture intermingled with latest achievement at the time, is a statement. Modern architecture was now, and by right, also tropical, popular, historical, daring. ..O livro mais decisivo na apresentação da arquitectura brasileira ao mundo. Não só as obras ali apresentadas são surpreendentemente brilhantes, como também o alcance escolhido para montar a edição, intercalando arquitectura barroca e popular com as mais recentes conquistas da época é surpreendente e revelador. A arquitectura moderna passava a ser agora, também tropical, popular, histórica, ousada. ....

Brazil Builds
€600.00

from The List Álvaro Siza / Rare
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The most seminal book on presenting Brazilian architecture to the world, it followed an exhibition in MoMa in 1943, by the architect Philip Goodwin. In a two-month trip to Brazil, Philip Goodwin and the photographer Kidder Smith collected 650 black and white photographs, 250 Kodachromes, 200 archival images, original drawings by Niemeyer. The book features a careful edition and printing of technical drawings and photographs using rotogravure. Not only the works featured there are surprisingly brilliant, but also the scope of this edition, beginning with baroque and popular architecture intermingled with latest achievement at the time, is a statement. Modern architecture was now, and by right, also tropical, popular, historical, daring. It overpassed its colonial past, as completely self-standing in front of flashiest American or European productions.

Still today, Brazilian architecture and all its power and mastery, is not completely reachable. Therefore, this edition has a double interest, it is still the utmost reference for those curious on Brazilian Architecture, and it is a vivid and solid testimony through the journey of Modern culture in an unpredictable and rich context such as the Brazilian.


Softcover, 28,4 x 22cm, 202 pages

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O livro mais decisivo na apresentação da arquitectura brasileira ao mundo. Ele segue a exposição com o mesmo nome, inaugurada no MoMa em 1943, criada pelo arquitecto Philip Goodwin. Em dois meses de viagem ao Brasil, Philip Goodwin e o fotógrafo Kidder Smith recolheram 650 fotografias a preto e branco, 250 Kodachromes, 200 imagens de arquivo, desenhos originais de Niemeyer. O livro é montado sobre uma cuidadosa edição e rigor técnico de desenhos e fotografias impressos em rotogravura. Não só as obras ali apresentadas são surpreendentemente brilhantes, como também o alcance escolhido para montar a edição, intercalando arquitectura barroca e popular com as mais recentes conquistas da época é surpreendente e revelador. A arquitectura moderna passava a ser agora, também tropical, popular, histórica, ousada. O moderno no Brasil tinha superado o seu passado colonial, e era agora completamente autónomo e seguro diante das mais badaladas produções americanas ou europeias.

Ainda hoje, a arquitectura brasileira e toda a sua maestria, não é totalmente alcançável ao público internacional. Assim, esta edição tem um duplo interesse: ser uma referência para aqueles que querem conhecer melhor a Arquitectura brasileira, e, ao mesmo tempo, ser um testemunho vivo e sólido da jornada da cultura moderna por um contexto tão imprevisível e rico como o brasileiro.

Capa mole, 28,4 x 22cm, 202 páginas


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