....Electra 4 / Media and Journalism..Electra 4 / Media e Jornalismo....

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Journalism and the Media are the central issues of the fourth edition of Electra.

In this file the french philosopher Yves Citton reflects upon the concept of populism; Cristina Margato interviews Joshua Benton, from Harvard University, about press constraints; Carla Baptista approaches the topic of fake news, the misinformation, the interests and the impossible regulation in the field of journalism; Barbie Zelizer, analyses the relation between crisis and journalism.

This edition’s interview talks to Alexander Kluge, an outstanding figure in German culture since the 1960s. The recent proclamation of Israel as a Nation-State of the Jewish people is the topic of the Diagonal section.

Also in this issue, Samuel Beckett; Albert Einstein and Ludwig Wittgenstein; the city of Berlin by the German poet and essayist Durs Grünbein. Felipe Vera on temporary cities and ephemeral urbanism; and Vítor Barreto and the concept of "transparency”.

In the section "Selected Works", among others, is the exhibition of the sculptor Rui Chafes, in Paris. The fourth edition of Electra also publishes a portfolio of South African artist William Kentridge, cover author of this edition’s number.

 

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O Jornalismo e os Media são os assuntos centrais do quarto número da revista Electra.

Neste dossier o filósofo francês Yves Citton escreve sobre o conceito de populismo; Joshua Benton, da Universidade de Harvard, é entrevistado sobre os problemas da imprensa; Carla Baptista aborda as notícias falsas, a desinformação, os interesses e a impossível regulação no campo do jornalismo; Barbie Zelizer, analisa a relação entre crise e jornalismo.

O entrevistado desta edição é o escritor, realizador e ensaísta Alexander Kluge, figura excepcional da cultura alemã desde os anos 60. A secção Diagonal fala da recente proclamação de Israel como Estado-Nação do povo judeu.

Ainda nesta edição, Samuel Beckett; Albert Einstein e Ludwig Wittgenstein; a cidade de Berlim pelo poeta e ensaísta alemão Durs Grünbein. Felipe Vera sobre as cidades temporárias e o urbanismo efémero; e Vítor Barreto e o conceito de “transparência”.

Na secção “Obras Escolhidas”, destaque para a exposição do escultor Rui Chafes, em Paris. A quarta edição da Electra publica ainda um portfólio do artista sul-africano William Kentridge, autor da capa deste número. ....

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....236 pages
27 x 20 cm
softcover

ISBN 978 972 8909 659

Director / José Manuel dos Santos
Editor / António Guerreiro
Portfolio / William Kentridge

Published by Fundação EDP
December 2018

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236 páginas
27 x 20 cm
capa mole

ISBN 978 972 8909 642 

Director / José Manuel dos Santos
Editor / António Guerreiro
Portfólio / William Kentridge

Publicado por Fundação EDP
Dezembro 2018

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“We have become accustomed to believe that we live in ‘democracies’ (…) This widely shared belief nevertheless rests on an illusion of immediacy, that is to say, a negation of the properties of mediation. In reality, it is neither ‘people’ nor ‘the people’ that take part in political power but, instead, ‘the public’, a very recent social entity in the history of humanity.”
— Yves Citton

“The “crisis in journalism” is largely discussed from a modern, Anglo-American imaginary; particular aspects – its business model or uneven moral standing – stand in for journalism’s future writ large; and a singular and narrowed version of that future is seen as identifiable, shared and imminent.”
— Barbie Zelizer

“We can’t afford the luxury of pessimism. Around 1900 one could be pessimistic, it was fashionable. But when the Titanic sinks and we’re inside it, we can’t afford pessimism. If we don’t have rescue boats, we have to rip the wood out of the halls in order to build rafts.” 
— Alexander Kluge

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“Acostumámo-nos a acreditar que vivemos em «democracias» […] Esta crença, amplamente partilhada, baseia-se, no entanto, numa ilusão de imediatez, ou seja, numa renegação das propriedades da mediação. Na realidade, o que realmente toma parte no poder político não são nem «as pessoas» nem «o povo», mas essas entidades sociais muito recentes à escala da humanidade que são «os públicos».”
— Yves Citton

“Em grande medida, a «crise no jornalismo» é discutida a partir de um imaginário anglo-americano moderno; aspectos particulares, como o seu modelo de negócios ou carácter moral questionável, são tomados como representando o jornalismo futuro em geral, e uma versão singular e redutora desse futuro é vista como identificável, partilhada e iminente.”
 Barbie Zelizer

“Não nos podemos dar ao luxo do pessimismo. Por volta de 1900 podia-se ser pessimista, era uma moda. Mas quando o Titanic se afunda e nós estamos no interior dele não nos podemos permitir o pessimismo. Se não temos barcos de salvação, temos de arrancar a madeira dos salões e construir jangadas.”
 Alexander Kluge

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