Álvaro Siza / Museu Nadir Afonso

Álvaro Siza / Museu Nadir Afonso

from 19.80

....This singular work is one of the most outstanding buildings of the last decade in the oeuvre of Álvaro Siza, Pritzker Prize recipient in 1992. On a high plain by the river in the Roman city of Chaves, deep in the interior of his home country, Siza has built the Nadir Afonso Museum. Blending the modernity of elevation of the ground (and above the river’s flood plain) and a vernacular indented plan, the building reveals the exceptional mastery of this architect and the very condition of contemporary architecture. 
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The collection Architectural File presents a close look at particular works of some of the world’s greatest architects. Each volume contains an extended photographic essay, a critical interpretation by a respected specialist and an exploratory text by a renowned author from outside the field of architecture, proposing a different view of the project. A selected bibliography, chronology and a fold out poster assembling technical drawings and working details, provide the reader with a decisive insight into the work.

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A mais significativa obra da última década do percurso do arquitecto Álvaro Siza, Prémio Pritzker 1992. No planalto à beira-rio, na cidade romana de Chaves, no interior do seu país natal, Siza constrói o Museu Nadir Afonso. Entre a modernidade de o elevar do chão (sobre as águas) e o vernacular recorte da sua planta, o edifício revela a excepcional maestria deste arquitecto e própria condição contemporânea da arquitectura.

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Architectural File é uma colecção de livros sobre obras excepcionais de alguns dos melhores arquitectos do mundo. Cada volume contém um extenso ensaio fotográfico, um texto crítico de um especialista que nos introduz na leitura da obra e um ensaio por um autor de relevo, exterior à prática da arquitectura, que empresta o seu olhar sensível à revelação da arquitectura. Em conjunto com bibliografia seleccionada, cronologia de obras seleccionadas e um painel desdobrável com desenhos do projecto e pormenores construtivos, esta colecção constitui uma peça-chave no entendimento profundo e rigoroso de obras que compõem a maestria da prática da arquitectura.

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....Edited by Daniela Sá and João Carmo Simões
Text by Paulo Tunhas (philosopher), Jorge Figueira (architecture critic)
Photographic essay by João Carmo Simões
108 pages
16,5 cm x 24 cm paperback
37 photo plates
38 technical drawings and images
Bilingue Edition PT/EN

1 fold out poster 29 cm x 47,5 cm
ISBN 978 989 99485 1 8

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Editado por Daniela Sá e João Carmo Simões
Textos de Paulo Tunhas (filósofo) e Jorge Figueira (crítico de arquitetura)
Ensaio fotográfico de João Carmo Simões
108 páginas
16,5 cm x 24
37 fotografias
38 desenhos técnicos e imagens
Edição Bilingue PT / PT

Poster desdobrável 29 cm × 47,5 cm
ISBN 978 989 99485 1 8

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...."The most beautiful does not appear in eternity. Siza has incorporated that suggestion of perishability by means of a wall made of stones that have been retained from an old construction; they mark with absolute precision the place of time. A resonance of the eternal, the beautiful is loved in time." 
— Paulo Tunhas

"There is also the strong impression that the future on show, the future that one can already see, necessarily engenders a desire for the past. It’s genuine but it serves a use, captures a certain zeitgeist. This architecture so ably becomes a welcoming home to poetry, as if the latter were becoming increasingly impatient with its own medium." 
— Jorge Figueira

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"O mais belo não aparece no eterno. Essa sugestão de perecibilidade, Siza deixou-a estar presente através de um muro de pedras restantes de uma antiga construção que assinalam com precisão absoluta o lugar do tempo. Ressonância do eterno, o belo é amado no tempo."
— Paulo Tunhas

"Também na obra de Siza há a vincada impressão que o futuro em vista, o futuro que já se vê, obriga a desejar o passado. É genuína mas é útil, capta um certo "espírito do tempo". Como esta arquitectura recebe tão bem a poesia que cada vez mais se impacienta para fora do papel."

— Jorge Figueira

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