Paulo Mendes da Rocha / Museu Nacional dos Coches

Paulo Mendes da Rocha / Museu Nacional dos Coches

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Paulo Mendes da Rocha is one of the most acclaimed contemporary architects, Pritzker Prize 2006 and RIBA Royal Gold Medal 2017. This book presents the first great work in Europe by the Brazilian architect. It is in Lisbon, in one of the best known and symbolic areas of the city, the district of Belém, that the National Coach Museum is located. Built on the famous site where the Portuguese set sail to travel overseas, the Museum promises to stimulate thought on the relationship between the great city and its buildings, Europe and America, and the very idea of being modern.
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The collection Architectural File presents a close look at particular works of some of the world’s greatest architects. Each volume contains an extended photographic essay, a critical interpretation by a respected specialist and an exploratory text by a renowned author from outside the field of architecture, proposing a different view of the project. A selected bibliography, chronology and a fold out poster assembling technical drawings and working details, provide the reader with a decisive insight into the work.

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A primeira grande obra na Europa  de um dos mais aclamados arquitectos contemporâneos, o brasileiro Paulo Mendes de Rocha,  premiado recentemente com Prémio RIBA Royal Gold Medal 2017 e o Prémio Pritzker 2006.
É em Lisboa, numa das mais conhecidas e simbólicas esplanadas da cidade, a zona de Belém, que se situa o Museu Nacional dos Coches. Construído no local de referência de partida dos portugueses, das viagens e do além-mar, promete fazer pensar as relações entre a grande cidade e o casario, a Europa e a América, e a própria ideia de ser moderno.

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Architectural File é uma colecção de livros sobre obras excepcionais de alguns dos melhores arquitectos do mundo. Cada volume contém um extenso ensaio fotográfico, um texto crítico de um especialista que nos introduz na leitura da obra e um ensaio por um autor de relevo, exterior à prática da arquitectura, que empresta o seu olhar sensível à revelação da arquitectura. Em conjunto com bibliografia seleccionada, cronologia de obras seleccionadas e um painel desdobrável com desenhos do projecto e pormenores construtivos, esta colecção constitui uma peça-chave no entendimento profundo e rigoroso de obras que compõem a maestria da prática da arquitectura.

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Edited by Daniela Sá and João Carmo Simões
Texts by Gonçalo M. Tavares (writer) and Ana Vaz Milheiro (architecture critic) 
Photographic essay by João Carmo Simões
88 pages
16,5 cm x 24 cm swiss bound, inside of soft cover
35 photo plates
23 technical drawings and images
Bilingue Edition PT/EN

1 fold out poster 29 cm x 47,5 cm
ISBN 978 989 99485 0 1

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Editado por Daniela Sá  e João Carmo Simões
Textos de Gonçalo M. Tavares (escritor) e Ana Vaz Milheiro (crítica de arquitetura)
Ensaio fotográfico de João Carmo Simões
88 páginas
16,5 cm × 24 cm
35 fotografias
23 desenhos técnicos e imagens
Edição Bilingue PT / EN

Poster desdobrável 29 cm × 47,5 cm
ISBN 978 989 99485 0 1

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.... "There is no limbo or border. Before we left the outside we had already entered. What verbs does each space have, there’s a proper question. What verbs does a space allow or inhibit? If you want to see the old one from the right point of view, take the itinerary of the future. A construction that, in a way, constructs that which it does not touch." 
— Gonçalo M. Tavares

"It is strangely familiar to us, the Portuguese. It is thus heir to an idea of modernity innate to new societies, built in the South Atlantic. it is in this process of discovering the West, as the future of the past – as it is described in the opening poem of Fernando Pessoa’s Mensagem – that the Coach Museum has inscribed a new architectural and cultural genealogy on the age-old archaeological soil of Lisbon." 
— Ana Vaz Milheiro

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"Não há limbo nem fronteira. Antes de sairmos do exterior já entrámos. Que verbos tem cada espaço, eis uma questão relevante. Que verbos um espaço permite ou inibe? Se queres ver o antigo do ponto de vista certo vai pelo itinerário do futuro. Um construção que, de certa maneira, constrói aquilo em que não toca."
— Gonçalo M. Tavares

"É-nos estranhamente familiar, a nós portugueses. É então hereditário de uma ideia de modernidade inata às sociedades novas, construídas no Atlântico sul. E é neste processo de descoberta do Ocidente, enquanto futuro do passado, com que abre a "Mensagem" de Fernando Pessoa, que o Museu do Coches inscreve uma nova genealogia arquitectónica e cultural no vetusto solo arqueológico de Lisboa."
— Ana Vaz Milheiro

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